Wordpress, Prestashop, Joomla e Drupal Grátis
Pastoral da Juventude de Surubim-PE




ONLINE
1







"Vamos lá meu povo, já chegou a hora, põe também sua mão na massa refazendo a nossa história". Pureza

 

Calendário 2010 da PJ

 

 A Juventude quer Viver

Campanha Contra o Extermínio dos Jovens

Site  Nacional da PJ

Site da Casa da Juventude (CAJU)

Deliberações da 1ª APPJ

Selo Unicef

Escola de Educadores de Jovens

Site da Diocede de Nazaré-PE

Formação

 


PASTORAL DA JUVENTUDE


PJ


 


Olá Jovem! A Pastoral da Juventude disponibiliza para você algumas formações. Para visualizá-las escolha um tema e clique. Desejamos a todos um bom estudo!!!


 


 formação


Nossas Formações:


 






Histórico da Pastoral da Juventude





Curso de Liderança Cristã
 



 [novo] Texto Sobre Liderança
 



 Políticas Públicas para a Juventude
 



 [novo] Símbolo da Pastoral da Juventude
 



[novo] Juventude Brasileira: Um olhar a partir da Ação Católica



 Eucaristia



Celebração Eucarística



Maria, mãe da Igreja



Frei Galvão, o primeiro Santo Brasileiro



Festas Juninas



Mensagem do Papa Bento XVI para A XXIV JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 



[novo] Vídeo sobre Juventude elaborado pelo Coordenador Diocesano. Baixar




 





Conheça um pouco do Histórico da Pastoral da Juventude



 


pj


A Pastoral da juventude é herdeira de uma história que vem sendo construída em nosso país desde 1930 com a chamada Ação Católica. Por volta de 1920, o Papa Pio XI preocupado com a missão da Igreja diante dos desafios e das grandes mudanças na realidade mundial(processo de urbanização e industrialização), estimulou a chamada Ação Católica que era o espaço de participação dos leigos católicos no apostolado hierárquico da igreja, para difusão e a atuação dos princípios católicos na vida pessoal, familiar e social.


 


 A Ação Católica no Brasil foi marcada por dois momentos distintos. O primeiro, com a chamada Ação Católica Geral(de 1932 a 1950), e o segundo momento, a Ação Católica Especializada(de 1950 a 1960).


Com a Ação Católica Especializada e os seus grupos JAC(Juventude Agrária Católica), JUC(Juventude Universitária Católica), JEC(Juventude Estudantil Católica) e JOC(Juventude Operária Católica) percebemos o início de um novo modelo de pastoral com os jovens. A Pastoral da Juventude herdou muita coisa deste período, como o método Ver-julgar-Agir; uma prática transformadora a partir da realidade; a descoberta da dimessão política da fé; o protagonismo dos jovens e a presença de Deus Libertador nas lutas do povo.


Mas o surgimento de uma Pastoral Juventude Orgânica e transformadora como conhecemos hoje foi sendo gestada na década de 70 por iniciativa da própria CNBB e iluminado por um novo modelo de Igreja Latino-americana que vinha sendo construído através das conclusões e encaminhamentos das Conferências dos Bispos da América-latina ocorridas em Medelin(1968) e Puebla(1979).


Nesta história é fundamental ressaltar os Encontros Nacionais da PJ ocorridos em 1973,1976 e 1978, que inicialmente serviram para reunir as experiências da PJ esparsas por todo o País. Os encontros, seminários e assembléias nacionais foram espaços de articulação, organização e elaboração dos projetos da PJ.


Chegando os anos 90, diante de uma nova realidade social e aclesial, a PJ ingressa numa nova fase, a chamada Missão.


A história recente da PJ(1991-1997) foi gestada, com toda a dor e a esperança que é particular e um parto, a ousadia em refletir sobre si mesma, nos fez crescer passo a passo.


 


 


Voltar para o Topo


 








CURSO DE LIDERANÇA CRISTÃ


Liderança


“A melhor pregação é a do bom exemplo.”
(Autor Anônimo)


O QUE É SER LIDER?


 O que é necessário para ser líder? Primeiro é preciso se examinar a si mesmo: será que eu tenho as qualidades para ser um líder? Tenho capacidade de conduzir os outros através da minha liderança?
Ser líder exige antes de tudo, capacidade de ouvir, ter uma real estima ás pessoas e verdadeira aceitação dos pontos de vista dos outros.
A capacidade de ouvir é uma das primeiras capacidades que o líder deve ter.



CARACTERÍSTICAS DA PERSONALIDADE DO VERDADEIRO LÍDER:



*calma
*segurança
*equilíbrio
*otimismo
*uma maneira positiva de encarar a vida. Não se trata de uma visão otimista demais “tudo está ótimo”, mas, antes, a convicção de que o grupo pode realizar o que se propõe.
Os bons líderes são pessoas desejosas de aprender e crescer. A pessoa de espírito estreito não poderá nunca ser um bom líder. Os verdadeiros líderes procuram constantemente adquirir mais conhecimento e maior compreensão humana. Os amigáveis, calorosos, e sociáveis são os melhores líderes. Idéias largas, bom-humor e interesse pelas pessoas fazem com que uma pessoa se torne estimulada.
O bom líder na escola é aquele que sabe ser prudente. Muitas vezes guarda para si as suas próprias dificuldades. O líder não deve nunca se servir do grupo para se queixar. Nunca sobrecarregará os outros com os seus problemas pessoais. O líder deve ser capaz de controlar seus próprios sentimentos e suas variações de humor.
O bom líder faz com que os alunos da sala de aula participem de toda a responsabilidade em sala de aula. Faz também com que todos se relacionem.
O RELACIONAMENTO E A COMUNICAÇÃO são fatores importantíssimos para que o líder possa ganhar a confiança dos seus colegas.
O bom líder sabe sentir com os outros e sabe compreender a cada uma das pessoas.

EU – Relação
Solidariedade
Participação
Abertura
Aceitação do outro
Partilha

 



DEMOCRÁTICO


Democracia do grego DEMO= povo – DEMOKRATIA= governo do povo, a essência da democracia é a liberdade que cada um tem de se manifestar como é, dizer o que sente.

DIAGNÓSTICO DE UM VERDADEIRO LÍDER:


1-vive em paz consigo mesmo e com os outros
2-é capaz de si amar e aceitar-se a si mesmo
3-é capaz de conhecer a si mesmo – suas dificuldades e seus pontos fracos
4-é capaz de se superar e ajudar os outros a se superarem
5-é capaz de conhecer o colega e sentir as suas dificuldades, em todos os momentos, sabe ajuda-lo.
6-sabe aceitar a derrota e não se arrasa diante das dificuldades
7-é harmonizado, tanto interiormente como exteriormente.
8-não é autocrático.

AUTOCRÁTICO= AUTO = que é próprio do ser. É um soberano-absoluto-independente.

EU – Ilha
Barreira
Fofoqueiro
Escorado
Fechado-solitário
Rejeição do outro
Egoísta
Egocêntrico


EM RESUMO


O modelo de líder DEMOCRÁTICO parece ser o mais correto e o mais certo para a liderança de grupo.
O próprio Cristo foi democrata – e foi o mais perfeito dos líderes.
O líder democrático surge naturalmente do grupo a que pertence e não por atrair seguidores, ou para satisfazer um grupinho que o quer eleito para bagunçar a turma.
São muito raros os tipos puros de liderança, ninguém tem um caráter puramente líder, mas sim uma mistura de outros caracteres.
O líder geralmente é ativo e quando é passivo é porque apresenta certas qualidades e aptidões muito admiradas.
Ex.: Pelé no futebol- Picasso nas artes- o líder “nato” é mito pertencente ao passado e não existe na pesquisa moderna-existem os líderes carismáticos.
Ex.: Gandhi- João Paulo II Luther king- Tereza de Calcutá.


TIPOS DE LIDERANÇA


01.FALSOS LÍDERES


O líder é alguém que nasce para ser líder, mas aquele que trabalha para que todos se transformem líderes. Há três tipos de falsos líderes:

a) LÍDER DITATORIAL: é o que segura todo o poder nas mãos. É ele quem tudo planeja, tudo pensa, tudo determina.


b) LÍDER PATERNALISTA: como o ditatorial, é aquele quem tudo faz. Mas é pior do que o ditatorial, pois amarra as pessoas a si pela afetividade. É o chefe bondoso. Cria uma dependência infantil do grupo.

c) LÍDER LIBERAL: é o que “deixa tudo como está para ver como é que fica”.

 



02. LÍDER DEMOCRÁTICO

É o verdadeiro líder. É o jovem que está disposto a SACRIFICAR-SE e dedicar seu tempo a serviço dos outros, para que sejam livres e sujeitos de sua história. Teremos lideranças em nossos grupos de jovens se apresentarmos a eles grandes ideais, que exigem sacrifício e doação. Há três tipos de líderes democráticos:

a) LÍDER PROFÉTICO: é o que tem facilidade para entender o ideal do grupo. Ele tem visão de para onde seu grupo caminha, é capaz de entender e interpretar o que acontece no presente e consegue transmitir para os outros a finalidade do grupo. Possui consciência crítica bem desenvolvida.

b) LÍDER DE COESÃO: é o que se preocupa com a união do grupo, com o diálogo, com a amizade e a compreensão. Tem facilidade para captar os problemas humanos do grupo e contribuir para a sua solução. Normalmente, faz seu trabalho em silêncio. Ajuda o grupo a dar testemunho do que é o essencial para a igreja (comunhão dos homens entre si e com Deus) e faz crescer a capacidade do grupo para a ação.

c) LÍDER PRÁTICO: tem capacidade de planejar e organizar a ação e de ajudar na formação do grupo. Nunca trabalha sozinho: delega poderes e sua meta é descobrir novos líderes. Pelo seu exemplo de dedicação, comunica entusiasmo e esperança aos membros do grupo.

 



RELACIONAMENTO ENTRE OS TRÊS


O líder profético tem visão, sabe questionar, mas não é prático e não sabe encontrar saída. O líder de coesão tem a tendência de somar forças, o profético de ser divisionista. O líder prático, por sua vez, é prudente demais quando, às vezes, tem de enfrentar o problema.

Um líder completa o outro. E cada tipo de líder tem em si alguns traços dos outros líderes, caso contrário não conseguirá levar o grupo adiante.
 

 



RELAÇÕES HUMANAS


1. Fale com as pessoas. Nada há de tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de “sorrisos amáveis”.
2. Sorria para as pessoas. Lembre-se que acionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
3. Chame as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos é ouvir o seu próprio nome.
4. Seja amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.
5. Seja cordial. Fale e aja com toda a sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo prazer.
6. Interesse-se sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que os outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros.
7. Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.
8. Saiba considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados, uma controvérsia: o seu o do outro, e o lado de quem está certo.
9. Preocupe-se com a opinião dos outros: três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.
10. Procure apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.
 

 



DEZ MANDAMENTOS DO LÍDER AMIGO

 1. O SILÊNCIO - Saber ouvir é a primeira grande qualidade do líder.
2. A PERGUNTA - Saber perguntar é um dos caminhos mais diretos para dentro do coração de alguém.
3. A PALAVRA - O líder-amigo tem a palavra certa, no momento certo para a pessoa certa.
4. A DESCOBERTA - O líder-amigo não tem soluções prontas: ele leva o amigo a descobri-las.
5. O INTERESSE - Somente quem se interessa sinceramente por alguém é capaz de conhecê-lo para assumi-lo.
6. A SIMPATIA - Ser ou não ser simpático é uma questão de querer ou não querer o encontro com alguém.
7. A ABERTURA - O líder-amigo é sempre o primeiro a sentir a necessidade do amigo e, buscar com ele uma resposta franca e digna.
8. A HUMILDADE - A humildade e a simplicidade são irmãs gêmeas que abrem as portas de qualquer coração.
9. A CONFIANÇA - Somente quem confia no outro é capaz de penetrar em sua vida.
10. A SINCERIDADE - Tua amizade sincera poderá fazer-se chorar..., mas somente um amigo sincero me poderá ajudar.




 “Como sei se sou um LÍDER?”


Todos foram eleitos líderes de suas turmas. Alguns podem se perguntar: Porque sou líder? E, as respostas, muitas vezes, vêm soltas, sem nenhuma fundamentação.
Para você exercer sua função de líder, no entanto, necessita saber o que é um líder e como deve ser sua atuação, claro, sem perder suas características individuais.
Precisamos lembrar que o líder não nasce feito. Nesse sentido, educação e desenvolvimento são fundamentais. Os novos tempos exigem o auto desenvolvimento, ou seja, que você aprenda com suas próprias experiências, com erros e acertos.
Para que você seja líder é fundamental que você acredite em sua força humana, em sua energia interior e na sua competência pessoal. Que você tenha interesse pelo trabalho que lhe foi atribuído e tenha uma postura colaboradora e participativa.
A cada momento existem desafios que exigirão de você, planejamento e energia. Se tiver alguma atividade a desempenhar ou um problema a resolver, não se precipite em solucioná-los sem pensar previamente. Uma-se a sua equipe de líderes, planeje com o grupo e atue de acordo com a situação de sua turma.
Para tudo isto, é necessário que exista disponibilidade, principalmente em épocas de conflitos e novos desafios. Líderes ausentes ou bastantes permissivos prejudicam a turma que passa a se sentir insegura e dividida nas posições a serem tomadas.
Administrando corretamente seus conflitos pessoais, por vezes com o auxílio de pessoas mais experientes, você saberá lidar com mais tranqüilidade com os conflitos da turma e da vida. Afinal, no futuro você poderá ser um grande Líder na Sociedade.
Com o líder, e em comunidade, os seres humanos se conhecem melhor, descobrem seu valor, aprendem a lutar por sua dignidade e requerer seus direitos, porque observam seus deveres. O verdadeiro líder tem carisma, é coerente e transparente.
Procure ver a realidade de sua turma como ele é. Conheça os problemas, questione como grupo e procure, em conjunto, buscar caminhos para as soluções viáveis.
Assim agiam os grandes líderes: Luther King, Gandhi e como tantos outros.
É necessário, portanto:
*Conhecer o problema;
*Acompanha-lo;
*Colaborar buscando soluções;
*Participar
*Ser uma presença crítica para:
UNIR, INTEGRAR E ORGANIZAR.

O autoritarismo, a ausência, a imposição das próprias idéias, não são características de um verdadeiro líder positivo e cristão.
Oportunize à sua turma condições para que cheguem a uma decisão consciente e autônoma, através do diálogo e de uma atuação democrática.

Sabemos que o “ideal” às vezes encontra-se um pouco distante do “real”. Porém, procuremos seguir em nossa atuação modelos de grandes líderes de nossa História e ter autocrítica para nos modificarmos nos pontos que estamos falhando como LÍDERES.
É necessário que lembremos: a aprendizagem é inerente a todo ser humano e através dela crescemos interiormente.
Refletindo..., será que é o momento de você saber responder? “SOU UM LÍDER?”



 Voltar para o Topo

 





Liderança


 


Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização.


Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência.


Para os “gestores” atuais, são necessárias não só as competências do chefe, mas principalmente as do líder.


 


O estudo da liderança


 


A natureza e o exercício da liderança tem sido objeto de estudo do homem ao longo da sua história. Bernard Bass (2007) argumenta que "desde sua infância, o estudo da história tem sido o estudo dos líderes - o que e porque eles fizeram o que fizeram". A busca do ideal do líder também está presente no campo da filosofia. Platão, por exemplo, argumentava em: A República que o regente precisava ser educado com a razão, descrevendo o seu ideal de "rei filósofo". Outros exemplos de filósofos que abordaram o tema são Confúcio e seu "rei sábio", bem como Tao e seu "líder servo".


Acadêmicos argumentam que a liderança como tema de pesquisa científica surgiu apenas depois da década de 30 fora do campo da filosofia e da história. Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer, e chegando a uma abordagem situacional ou contingencial, que propõe um estilo mais flexível, adaptativo para a liderança eficaz.


Nos últimos anos, boa parte dessas pesquisas e obras tem sido criticadas por ser de escopo muito restrito, mais preocupada com a explicação dos comportamentos de líderes face a face com seus colaboradores, ao invés de examinar os líderes no contexto maior de suas organizações, prestando pouca atenção ao papel da liderança organizacional em termos do tratamento da mudança ambiental. É o processo de maior importancia ao qual se deve fazer enfâse.


 


Teorias


 


Segundo Chiavenato a Teoria das Relações Humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas. Existem três principais teorias sobre a liderança:



  • Traços da personalidade. Segundo esta teoria o líder possui características marcantes de personalidade que o qualificam para a função.

  • Estilos de liderança. Esta teoria aponta três estilos de liderança: autocrática, democrática e liberal.

  • Situações de liderança. Nesta teoria o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe.


Para Lacombe os líderes influenciam as pessoas graças ao seu poder, que pode ser o poder legítimo, obtido com o exercício de um cargo, poder de referência, em função das qualidades e do carisma do líder e poder do saber, exercido graças a conhecimentos que o líder detém.


 


Estilos de Liderança


 



  • Liderança autocrática: Na Liderança autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados.

  • Liderança democrática: Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório.

  • Liderança liberal ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Neste tipo de liderança as pessoas tem mais liberdade na execução dos seus projetos, indicando possivelmente uma equipe madura, auto-dirigida e que não necessita de supervisão constante. Por outro lado, a Liderança liberal também pode ser indício de uma liderança negligente e fraca, onde o líder deixa passar falhas e erros sem corrigí-los.

  • Liderança paternalista: O paternalismo é uma atrofia da Liderança, onde o Líder e sua equipe tem relações interpessoais similares às de pai e filho. A Liderança paternalista pode ser confortável para os liderados e evitar conflitos, mas não é o modelo adequado num relacionamento profissional, pois numa relação paternal, o mais importante para o pai é o filho, incondicionalmente. Já em uma relação profissional, o equilíbrio deve preponderar e os resultados a serem alcançados pela equipe são mais importantes que um indivíduo.


 


Liderança


 


A liderança é um tema importante para os gestores devido ao papel fundamental que os líderes representam na eficácia do grupo e da organização. Os líderes são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da organização. Liderar não é uma tarefa simples. Pelo contrário. Liderança exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais diferentes tipos.


Dessa forma, pode-se definir liderança como o processo de dirigir e influenciar as atividades relacionadas às tarefas dos membros de um grupo. Porém, existem três implicações importantes nesta definição.


Primeira: a liderança envolve outras pessoas, o que contribuirá na definição do status do líder. Segunda: a liderança envolve uma distribuição desigual de poder entre os líderes e os demais membros do grupo. E terceira: a liderança é a capacidade de usar diferentes formas de poder para influenciar de vários modos os seguidores.


De fato, os líderes influenciam seguidores. Por este motivo, muitos acreditam que os líderes têm por obrigação considerar a ética de suas decisões. Apesar de a liderança ser importante para a gerência e estreitamente relacionada a ela, liderança e gerência não são os mesmo conceitos. Planejamento, orçamento, controle, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e outras atividades fazem parte do gerenciamento. Gerência é o que fazemos. Liderança é quem somos.


Uma pessoa pode ser um gerente eficaz, um bom planejador e um gestor justo e organizado e, mesmo assim, não ter as capacidades motivacionais de um líder. Ou simplesmente pode ocorrer o contrário. Uma pessoa pode ser um gerente ineficaz, porém, em contrapartida, ter as habilidades necessárias para um bom líder.


Entre os desafios apresentados pelo ambiente mutável, as organizações estão valorizando cada vez mais os gerentes que possuem habilidades de liderança. Qualquer pessoa que aspire a ser um gerente eficaz deve também se conscientizar de praticar e desenvolver suas habilidades de liderança.


 


Afinal, nascemos ou nos tornamos líderes?


 


 


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lideran%C3%A7a


 


Voltar para o Topo





Políticas Públicas para a Juventude

 


Jovem é jovem em qualquer lugar. Esta máxima vale para qualquer parte do mundo, em qualquer continente, qualquer classe social, religião ou etnia.


 


Diante dos desafios vividos atualmente pela juventude brasileira, a sociedade pode reagir de pelo menos duas formas: de um lado, pode sentir-se responsável pelo que acontece aos jovens; no outro extremo, pode responsabilizar inteiramente a juventude.


Pensa diferente quem vê na atual condição juvenil uma situação grave de violação de direitos: a questão não está na falta de interesse dos jovens. O que falta são oportunidades para que eles desenvolvam seu potencial. É a partir desse enfoque que devemos construir as políticas públicas de juventude.


Durante muito tempo, os jovens permaneceram invisíveis aos olhos do país. O resultado disso é que o Brasil acumulou uma dívida social enorme com a juventude. A conta é alta. E uma grande parcela deve ser paga pelo Estado, sob a forma de políticas públicas.


Diante desse prolongamento da experiência juvenil na vida das pessoas, e com base na lei 11.129, que determina ser papel da Secretaria Nacional de Juventude "articular todos os programas e projetos destinados, em âmbito federal, aos jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos, o Conselho Nacional de Juventude considera as seguintes faixas: "a juventude (...) congrega cidadãos e cidadãs entre os 15 e os 29 anos. (...) Nesse caso, podem ser considerados jovens os adolescentes-jovens (entre 15 e 17 anos),  os jovens-jovens (entre 18 e 24 anos) e os jovens-adultos (entre 25 e 29 anos)". [Repare bem. Esse é um recorte importante. Com essa definição, o governo está decidindo a quem serão destinados recursos, sob a forma de políticas públicas de juventude].


 


O que são os Conselhos Municipais de Juventude?


 


n  Os Conselhos Municipais de Juventude (CMJ) são espaços mistos formados por jovens, organizações da sociedade civil e gestores públicos.


n  O CMJ é um instrumento de controle social, isto é, de participação da sociedade civil no acompanhamento das ações do governo na realização de políticas públicas. Ele é um órgão público que representa a população jovem e tem a função consultiva de acompanhar e fiscalizar o poder público e propor políticas públicas voltadas para a Juventude. Enfim, é um órgão que tem a função de deliberar e acompanhar a garantia dos direitos juvenis.


Seu papel é acompanhar e auxiliar os municípios na implementação de Políticas Públicas direcionadas à Juventude.


n  O CMJ tem o papel de discutir, elaborar, participar e desenvolver programas voltados ao Jovem do município, trabalhando em parceria com entidades relacionadas com o tema e buscando apoio dos governos, empresas, sociedade etc.


n  É dentro de um Conselho que governo e sociedade civil debatem juntos as políticas públicas e procuram soluções para os desafios enfrentados pelos jovens. É também dentro de um Conselho que todas as bandeiras de juventude podem se assentar sem a divisão que ocorreria se tratadas em separado por outras áreas do governo, enfraquecendo as PPJ’s (Políticas Públicas de Juventude).


“...Esta Ciranda não é minha só.


Ela é de todos nós, ela é de todos nós...”


 


 


Por José Aniervson, Coord. Diocesano da PJ/Setor Surubim. Diocese de Nazaré-PE.




Voltar para o Topo








Símbolo da Pastoral da Juventude


Simbolo da PJ


 


O símbolo da Pastoral da Juventude surgiu de um concurso nacional realizado entre o final dos anos 80 e inicio dos anos 90. Foi criado pelo jovem Cristiano, do regional Sul1 hoje já adulto e um pouco mais calvo, e casado. O símbolo da PJ representa uma cruz estilizada, como se ela estivesse deitada no chão, servindo de estrada, um caminho, rumo à "Civilização do amor", tão citada em nossos documentos, e proferida pelo saudoso Papa João Paulo VI para os jovens de todo o planeta.


O que seria essa "civilização do amor"? Podem perguntar alguns de vocês. A civilização do amor é a nossa Utopia, a concretização do Reino de Deus aqui na Terra.


Nós acreditamos que o Reino de Deus se iniciará aqui, quando o homem novo e a mulher nova, tomarem consciência que um outro mundo é possível, como diz nas Escrituras: "Eu vi um Novo céu e uma nova Terra..."


A cor vermelha do nosso símbolo é a cor da paixão. Paixão pelo protagonismo juvenil. Paixão pela Utopia. E quando realmente estamos apaixonados, a gente respeita, a gente cuida, a gente ama. Amar leva a Civilização do amor.


É uma alegria quando novos grupos de jovens surgem e assumem o símbolo em suas camisetas, em suas faixas, porque nosso símbolo é a nossa identidade, é um resumo do que somos e para onde queremos ir.


 


 


Fonte: PJAparecida. Acesso em: 06 de ago. de 2009


 


Voltar para o Topo










JUVENTUDE BRASILEIRA

Um olhar a partir da Ação Católica
 

José Aniervson Souza dos Santos


 


1 História da Ação Católica

A Ação Católica é o nome dado ao conjunto de movimentos criados pela Igreja Católica no século XX, visando ampliar sua influência na sociedade, através da inclusão de setores específicos do laicato[1] e do fortalecimento da fé religiosa, com base na Doutrina Social da Igreja. Em 1938, o papa Pio XI criou uma direção central para a Ação Católica. Em 1960 o papa João XXIII criou uma comissão preparatória para o apostolado dos laicos. No Brasil a Ação Católica foi criada em 1935 pelo Cardeal Sebastião Leme da Silveira Cintra no Rio de Janeiro (WIKIPÉDIA).

No início da anos 1960, já sob o pontificado de João XXIII, o Concílio Vaticano II, suscitou uma visão ideológica da Igreja no Brasil, em uma corrente mais à esquerda, liderada por Dom Hélder Câmara, e outra à direita, ligada a Dom Jaime de Barros Câmara e Dom Vicente Scherer.
A Ação Católica contava então com cinco organizações destinadas aos mais jovens: a Juventude Agrária Católica (JAC), formada por jovens do campo, a Juventude Estudantil Católica (JEC), formada por jovens estudantes do ensino médio (secundaristas), a Juventude Operária Católica (JOC), que atuava no meio operário, a Juventude Universitária Católica (JUC), constituída por estudantes de nível superior e a Juventude Independente Católica (JIC), formada por jovens que não fossem abrangidos pelas organizações anteriores; as mais conhecidas são a JEC, JOC e JUC. O crescente envolvimento do movimento estudantil na discussão dos problemas nacionais e das chamadas "reformas de base", tais como a reforma agrária, acabou por engendrar a criação de uma organização política desvinculada da Igreja - a Ação Popular, constituída por antigos membros da JUC.
Posteriormente, em 1971, no auge da ditadura militar, a Ação Popular (AP) adere à luta armada, passando a se chamar Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil (WIKIPÉDIA).
 
2 A juventude na década de 60
 
Dois fatos importantes que podemos destacar na década de 60 é a fase da ascenção católica dentro e fora do Movimento Estudantil e também o Golpe Militar de 1964 (DICK, 2003).
Na fase da ascenção católica o que marcou foi o surgimento dentro da Igreja Católica a Ação Católica Geral, inciada por Pio XI e principalmente a Ação Católica Especializada, iniciada no Brasil pelo Cardeal Cardjin[2]. Por influência dele surge esse movimento em muitos outros países, assim como no Brasil. Esse processo de criação da Ação Católica Especializada se deu no Brasil a partir de 1947 começando com a Juventude Operária Católica (JOC) depois passando por outros setores com a Juventude Universitária Católica (JUC) e a Juventude Estudantil Católica (JEC), universitários e secundaristas, respectivamente[3]. “Hoje, o movimento da Ação Católica Especializada mais estudada é a JUC” (DICK, 2003, p. 280).
Assim como todas as especificidades a JUC tinha uma organização nacional, marcando presença em muitas universidades inclusive não confessionais.
Para marcar a história desse relato, é necessário apontar as heranças deixada pela Ação Católica Especializada, uma delas que foi a utilização do método Ver-Julgar-Agir, uma forma de buscar a construção através da realidade concreta, sem deixar de lado as questões sociais e políticas, a ação, transformação e formação perpassando pela experiência de fé vivida através do engajamento social e comunitário.
Embora o movimento tenha sido “morto” pelos bispos em 1967 e reprimido pelo Golpe Militar em 1964, o mesmo contribui bastante para o surgento da Pastoral da Juventude que antes de ser consolidada surge diversos movimentos de jovens católicos ligados a algumas Congregações Religiosas e outros a algumas lideranças eclesiásticas: Emaús[4], TLC (Treinamento de Liderança Cristã)[5], Shalom e muitos outros. Na sua quase que totalidade se organizavam com a proposta de realizar impactantes encontros de finais de semana, que dava a impressão que era apenas isso que a Igreja tinha para oferecer pra substituir o que tinha sido a Ação Católica Especializada.
É verdade que esse momento na história da Igreja contribuiu para o surgimento de diversos grupos de jovens nas capelas e paróquias de todo o Brasil, embora que a própria Igreja não conseguisse articular e nem acompanhar essa experiência, mesmo tendo surgido o “Setor Juventude”[6] na Conferência dos Bispos do Brasil.
Na década de 70, no ano de 1978 onde a Igreja da América Latina se reunia na Conferência Episcopal de Puebla (México) e faz sua opção preferencial pelos pobres e pelos jovens, surge um grupo de adultos que acompanhavam os jovens nas diversas regiões do país e começariam uma articulação desses grupos de jovens que surgiam organizando o país em cinco “partes”.
Os bispos do Brasil sentiram a falta de uma pessoa que articulasse todo esse fenômeno juvenil que a cada dia surgia com mais intensidade, uma pessoa que os assessorasse nesse campo de evangelização, indo assim pedir ajuda a um Instituto de Pastoral de Juventude, há pouco fundaddo em Porto Alegre. Nesse período Dom Cláudio Hummes[7] consegue a nomeação no ano de 1981 de um assessor para esse ministério, na pessoa do Pe. Hilário Dick, S.J. A partir dessa data a articulação da Pastoral da Juventude tomou novos rumos passando por diversos processos de elaboração teórica, amadurecimento e da crise, a fase da missão conjunta e da redefinição (DICK, 2003).
Não é possivel então dizer que o processo acaba aqui, mas do contrário, uma nova história da juventude católica brasileira começa a ser reinscrita e passa a ser vivida pelos milhares de jovens do país que viam nas atividades e encontros da Ação Católica Especializada uma forma de ser igreja e contribuir na construção da sociedade. O que muda a partir de então, é como essa evangelização começa a tomar forma e gosto nas mãos dos jovens que assumiam as coordenações, levantavam suas próprias bandeiras, defendiam sua história.
 
3 Concluindo
 
Em linhas gerais, falar da Ação Católica Especializada é contribuir para a retomada do processo histórico da Juventude Brasileira. Não se pretendeu nesse texto se prender aos detalhes das datas, ou o processo cronológico dos acontecimentos, nem tão pouco fazer uma biografia das figuras que marcaram essa época. Poderia citar diversos outros nomes além dos já citados, como a exemplo de Dom Hélder Câmara que foi o primeiro assessor da Ação Católica Especializada no Brasil. Tantos outros nomes tiveram atuação importante. Minha intensão aqui é poder contribuir na perspectiva do protagonismo juvenil e sua atuação junto aos mecanismos de atuação e controle social, além de fazer uma caminhada histórica desse processo de lutas e desbravamento da juventude que se firmou enquanto pastoral, não se contentando com o que já estava posto e desejando mais do que apenas grupos de encontro ou encontros de finais de semana, a juventude desejava mais, desejava assumir seu papel como construtora e co-responsável da sociedade, assim como nos tempos da Ação Católica no Brasil.
Hoje todo esse processo histórico faz necessário despertar nos jovens o mesmo desejo que ardia nos corações dos jovens daquela época. Olhar para trás e perceber com que bravura os movimentos se articulavam é motivo de repensar a caminhada, rever conceitos e avaliar.
Por fim, toda construção do futuro requer uma (re)leitura do passado. A Ação Católica Especializada é para a juventude brasileira hoje sinal de participação, compromisso e coragem.

 






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


 


WIKIPÉDIA. Ação católica. Ação Católica Brasileira. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_Cat%C3%B3lica_Brasileira. Acesso em 24 jan. 2010.


 


 


DICK,  Hilário. Gritos Silenciados, mas evidentes. Jovens construindo juventude na História. São Paulo: Edições Loyola, 2003.


 


 


CNBB. Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil. Disponível em http://www.cnbb.org.br/site/. Acesso em 24 jan. 2010.








[1] Laicato: Leigos (do grego "Laos theon", que significa o "Povo de Deus") são os membros da Igreja Católica que não são ordenados, isto é, que não receberam o sacramento da Ordem.




[2] Como padre ele trabalhava com jovens operários, na Bélgica.




[3] É importante ressaltar que nessa mesma época a União Nacional dos Estudantes estava com forte atuação do país inteiro, isso possibilitava uma adesão da grande massa estudantil, tanto os jovens que começavam a participar desses movimentos católicos, quanto os demais jovens da sociedade.




[4] EMAÚS, seguia a metodologia do Cursilho da Cristandade, seu fundador foi o Monsenhor Calazans em São Paulo.




[5] TLC (Treinamento de Liderança Cristã), criado pelo Jesuíta Haroldo Rahm.




[6] Na CNBB, em âmbito nacional, o Setor Juventude é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a Evangelização da Juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns à luz do documento 85 – “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e Documento de Aparecida. Há um bispo e um assessor responsáveis pelo Setor que, contando com a colaboração de uma equipe colegiada de assessores, respondem pela evangelização da juventude.




[7] Bispo referencial da evangelização juvenil da Conferência, 1981.







Voltar para o Topo









EUCARISTIA


Eucaristia

A Eucaristia é o sacrifício da Cruz de Cristo. Ele sacrificou-se para aniquilar o pecado que nos aprisionava.A esse sacrifício chamamos de "Sacrifício expiatório".
Com o objetivo de permanecer conosco até o fim dos tempos, Jesus nos deixou a Eucaristia, como vemos em Lc 22,19 e ainda pede que se repita aquele gesto em sua memória.


Ao celebrarmos a Eucaristia, recordamos o sacrifício da cruz.


Na cruz o sacrifício foi Cruento(com derramamento de sangue) e no Pão e no Vinho o sacrifício foi incruento(sem derramamento de sangue). Ambos são o mesmo sacrifício.É na Eucaristia que Jesus se oferece diariamente pela expiação dos nossos pecados.


A Eucaristia é um mistério de fé, e mistério não se explica se vive.
Há alguns que pensam que ao comungar não devem "comer" a Eucaristia, pois bem, na Bíblia Jesus deixa bem claro: "Tomai e Comei isto é o meu Corpo..." por isso não há de quer ter medo.


Para melhor compreender a Eucaristia, entendamos antes o que é Sacramento.


Sacramento é um sinal eficaz da presença e da graça de Deus. O Batismo, por exemplo, é um sinal do grande amor de Deus por suas criaturas, tornando-as assim seus filhos. Portanto, o Batismo é um Sacramento.


Não podemos olhar para a Eucaristia como um Sacramento, pois Ela não é um sinal da presença de deus, Ela é o próprio Cristo ("Isto é o meu corpo, que é dado por vocês." Lc 22,19b). Ela é o Santíssimo Sacramento.


Podemos achar estranho, mas a Eucaristia não foi instituída para ser adorada, pelo contrário, Ela foi istituída para ser comida, é só olharmos o que diz as Escrituras a respeito:"Tomai e Comei..." não encontramos dizer nas escrituras "Tomai e Adorai". Nossa adoração deve ser resultado daquilo que o próprio Cristo falou:"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue vive em mim e eu vivo nele" Jo6,56.


Para receber a Eucaristia é preciso estar em comunhão com a Igreja, com Cristo.


 


 



Voltar para o Topo








Aprenda um pouco sobre a Celebração da Santa Missa


Celebração Eucarística


Nesse contexto, o domingo é o coração da semana e a Celebração Eucarística é o coração do domingo.


É preciso que a Santa missa seja colocada no centro da vida cristã e comunitária. Vive bem aquela comunidade que bem celebra a Eucaristia.


Para que a Eucaristia seja bem celebrada conheça alguns pontos principais da celebração da Santa Missa.


A Liturgia da Santa Missa é composta de 4 momentos. São eles: RITO INICIAL, LITURGIA DA PALAVRA,LITURGIA EUCARÍSTICA e RITOS FINAIS. Conheça um pouco de cada um.


RITO INICIAL: Inicia com a procissão de entrada, seguido pelo Ato Penitencial(Mt 7,1-5), Hino de Louvor(Lc 2,14)(não é cantado nem rezado no tempo da quaresma e do advento), essa parte da celebração termina com a oração da coleta(Oremos).


LITURGIA DA PALAVRA: Na páscoa as três leituras são retiradas do Novo Testamento. A primeira leitura e o Salmo são sempre uma sintonia com o Evangelho. A 1ª e 2ª leituras e o Salmo são proclamados por leigos, e o Evangelho é proclamado por ministros ordenados(Diaconos, Padres, Bispos, Papa). A escolha dos leitoras deve ser feita bem antes da proclamação para que o mesmo transmita aquilo que proclama. A Mesa da Palavra(ambão) não pode ser usada para dar avisos, etc, é usada apenas para a proclamação da Palavra. A mesma deve estar em destaque e bem arrumada.


O incenso é a oração dos fiéis que sobe a Deus(Êxodo 30).


Essa parte da celebração começa com a primeira leitura e termina com a oração dos fiéis(preces).


Homilia: Diálogo, conversa familiar.


Sermão: Conversa catequética.


A profissão de fé(Credo) é o momento de sincretizar a nossa fé. A oração dos fiéis é o momento da comunidade apresentar seus pedidos a Deus.



LITURGIA EUCARÍSTICA: Inicia com a procissão das oferendas(reconhecer o Senhorio de Deus).O momento do Ofertório se dá apenas quando o presidente da Celebração recebe em suas mãos a patena com o pão e o cálice com o vinho e oferece a Deus. A partir desse momento o Pão não é mais pão e o Vinho não é mais vinho. A partir daí inicia-se o Prefácio que se encerra com o Santo, que pode ser cantado ou rezado>


Dar-se início agora a invocação do Espírito Santo, sequindo com a narrativa da instituição da Eucaristia. Após, dar-se o momento da intercessão, onde a Igreja pede pelo Papa, Bispo, Pároco...


O Cordeiro de Deus não é o momento de acabar com o abraço da paz é o próprio Cordeiro que fraciona o Pão.


Chega o grande momento: a Comunhão. Essa parte da Celebração é finalizada com a oração pós-comunhão(Oremos).



RITOS FINAIS: Bênção final. O presidente da Celebração invoca as bênçãos de Deus sobre a assembléia.


É importante destacar também as quatro presenças reais de Cristo na Celebração da Santa Missa. Jesua não está presente apenas na Eucaristia, Ela é uma das suas presenças.


1-A assembléia reunida("onde dois ou mais estiver reunido em meu nome, eu estarei no meio deles")


2-A Palavra Proclamada.


3-O que preside a Celebração(Padre, Bispo...)


4-A Eucaristia.


Mais uma vez é necessário lembrar a dimensão da celebração Eucarística, oferenda total,livre, gratuita e amorosa de Jesus ao Pai na cruz, por nós e pela nossa salvação.



Referências Bibliográficas




Carta Apostólica Mane nobiscum Domine, João Paulo II. Paulus-Edições Loyola




Recomendações Pastorais: A Missa Dominical centro da vida Cristã na América Latina. Reunião Plenária 2005



Voltar para o Topo




 


 



  Maria, mãe da Eucaristia

Maria Eucarística

“O Senhor mesmo vos dará um sinal: Eis a virgem que concebe e dá à luz um filho que se chamará Emanuel (Deus Conosco).” (Is 7,14)

Desde antes da vinda de Jesus, os profetas já anunciavam seu nascimento, vindo de uma virgem.
No Novo Testamento essa virgem é Maria. Mulher humilde, noiva de um simples carpinteiro e muito temente a Deus.
Essa jovem já havia sido preparada por Deus para ser a mãe de seu filho único, Jesus Cristo.
Maria encontra graça diante dos olhos de Deus e desde a criação do mundo vem sendo citada como co-redentora nos planos de Deus. “Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar” (Gn 3,15).
Maria é a nova “Arca da Aliança”. Em 1Reis 8,9 percebemos que a Arca da Aliança carregava as duas tábuas de pedra que Deus deu a Moisés no monte Horeb, quando conclui a aliança que fizera com os israelitas ao saírem do Egito. Maria vem ser a nova Arca da Aliança por carregar em seu ventre o próprio Deus. Ela trás ao mundo o próprio salvador, o Emanuel, Deus conosco.


MARIA, MÃE DE JESUS

“... Alegre-se, cheia de graça! O Senhor está com você!” (Lc 1,28).

Nunca se ouviu em toda Bíblia saudação como essa. Sabemos que o anjo é um mensageiro de Deus, ele repete as palavras proferidas da boca de Deus. Essa saudação não saiu do coração do anjo, mas do coração de Deus. O próprio Deus diz está com Maria e ainda diz que ela é cheia de graça.
No momento da “fecundação” de Jesus, o próprio Espírito Santo se torna esposo de Maria “O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com sua sombra” (Lc 1,35).
Assim acreditamos, segundo a Bíblia:
Maria, Filha de Deus,
Maria, Mãe de Deus e
Maria, Esposa de Deus.
Graça tão grande assim não se encontrou em nenhum outro ser vivente.

Eis aqui a resposta que salvou o mundo:
“Eis a escrava do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

Maria poderia ter dito “NÃO”, mas ela não pensou em si mesma, em seu sofrimento, em sua vida. Ela pensou em fazer a vontade de Deus, pois Ele sabe o que é melhor.
Maria não se incha de orgulho por ser a mãe do salvador, pelo contrário, ela sai a serviço até a casa de sua prima Isabel (Lc 1,39ss).
Percebemos nessa passagem bíblica o quanto Maria é cheia do Espírito Santo: “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo” (Lc 1,41).
E Maria cheia do Espírito Santo canta o mais belo cântico, o Magnificat (Lc 1, 46-56).
Nossa mãe, Maria, passa a cuidar de seu filho com muito zelo e amor, o educa e o protege. Toda a vida de Maria foi para Jesus. Em momento algum vemos pedir algo em troca ou reclamar de alguma coisa.


 


MARIA É NOSSA CO-REDENTORA

 


 


Criar um Site Grátis Incrível | Criar uma Loja online Grátis | Sites Grátis | Free Websites | Wordpress e Prestashop Grátis